Grupo Alibaba forma parceria com os Correios para tornar mais rápido as entregas

Uma notícia muito boa para todos aqueles que compram nos sites da plataforma Alibaba Group com a intenção de revender os produtos. 

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Simpático Michael Lee/Alibaba Group e a direita, Wagner Pinheiro, líder da empresa de utilidade pública com o pior relacionamento ao cliente do país - Correios


Na quinta-feira, 17 de Julho, aconteceu em Brasília/DF uma cerimônia de oficialização de um acordo entra a empresa dos Correios e o Alibaba Group, que contou com a presença da presidente Dilma Rousseff e o presidente da China, Xi Jinping. (Isso passou na televisão?)

No acordo, um memorando na para ser mais exato, fechado pelos os dirigentes, Michael Lee (Alibaba Group) e Wagner Pinheiro (Correios), tem por objetivo ajudar principalmente as micro empresas brasileiras e também melhorar o procedimento de logística, afinal, as encomendas tem demorado de mais nas "mãos" dos Correios.

A ideia desse acordo é facilitar a compra e a entrega de quem compra principalmente para revender, e aos que não conhece o mercado chinês, ter acesso à ele.

E apresentar uma nova gama de produtos vindos da china para aqueles que vende em lojinhas, standes ou até mesmo com lojas virtuais.

Atualmente o governo tem olhado de forma diferente para o comércio internacional online, e adotando novas medidas. Todos nós conhecemos aquela regrinha das compras abaixo dos 50 dólares para pessoa física para escapar do tributo (que nem sempre é cumprida), só que muitos produtos acima desse valor as vezes chegam até as suas mãos sem ser cobrado taxas nenhuma, e isso acontece porque a Receita Federal não tem estrutura para atender uma demanda tão grande. Mas isso mudar a partir de Setembro desse ano, quando a Receita Federal estará testando um novo sistema automatizado.

Novidades boas

Os Correios vão instalar armazéns em Hong Kong e Miami para melhorar a logística da empresa, e com isso menos produtos escaparam da tributação. 

Com essa parceria China/Brasil, Correios/Alibaba, muita informação de compras feita por brasileiros nas plataformas do Alibaba Group (alibaba.com/AliExpress/Tmall.com) serão transmitidas de forma muito mais rápida, podendo ser cobrado todas as devidas taxas no ato da própria compra (exemplo de como deve ser).

Mas nem tudo é tão ruim assim, pelo o que o chefe de Departamento Internacional dos Correios, Alberto de Mello Mattos disse, as encomendas poderão ser verificadas por lá mesmo antes de virem para o Brasil, o que irá diminuir mais do que a metade o tempo de entrega e diminuir os riscos de extravio e endereços incompletos ou errados. O que por esse lado, será muito bom! 

Outro ponto positivo dos armazéns dos Correios é que tem muitos vendedores no próprio AliExpress que não vende para o Brasil, e o motivo é sempre o mesmo: brasileiro quer comprar e o produto do vendedor é constantemente taxado, aí acontece que o brasileiro não quer pagar a taxa e pede o reembolso, mesmo com a encomenda nos Correios aguardando a retirada, e como o produto ser taxado não é problema e nem culpa do vendedor, ele não abre a mão do dinheiro dele e nega o reembolso, e isso gera um desgaste pra quem compra e pra quem vende. 
E muitos resolvem simplesmente não vender mais para brasileiro nenhum. Vi isso acontecer com uma loja no Aliexpress que vendia relógios, na loja tinha duas frases grandes, o nome da loja com a discrição e a outra era, "não vendemos para brasileiros".

Em alguns sites estadunidenses não vende para o Brasil, por exigir um endereço no território Norte-Americano. Com o armazém dos Correios em Miami, o endereço dos brasileiros passará a ser do armazém.

Outra novidade de um site chinês que eu não costumo falar aqui é o Deal Extreme, que abrirá um depósito em Curitiba-Brasil, para agilizar as entregas. O Correios  chora, sem taxa de R$ 12 para esse caso.

Opinião!

Os Correios são responsáveis em 75% pela entrega internacionais do Brasil, sendo o principal operador logístico, e o Alibaba Group é a maior empresa do mundo de e-commerce on-line e mobile em termos em volume de mercadoria bruta (índices de 2013).

Quando o governo anuncio no ano passado, uma parceria com a China para facilitar o comércio online entre os dois países (não consegui encontrar o link, mas li no Estadão), os mais inocentes, como eu, achou que seria apenas uma forma de agilizar as entregas e reduzir imposto. Porém, nesse ano o governo está mostrando o que pretende melhorar, mas cobrando caro por isso!

Não sabemos quanto tempo de esperá irá reduzir com isso, mas a única coisa que esperamos do Governo e principalmente dos Correios é que importar da China não deixe de ser uma ótima forma de economizar.

fontes: Tecnoblog Correios 

4 comentários:

  1. Amei os posts sobre tributações,preciso muito dessas informções.

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    1. Que bom que gostou Kelly!
      Fico satisfeito em saber que pude ajudar!

      Abraço!

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  2. Comprei um relógio há quase 2 meses.
    Dizem que já está na minha cidade desde o dia 26/04 e até agora não chegou!

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  3. Sabe me dizer se tem algum site da china que ja tem armazem no brasil?É que a informação que a dx abriria até agora não se confirmou!

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